Spam – Uma Guerra Sem Data Para Terminar
Existem muitas versões sobre como o termo SPAM foi cunhado. Mas, mesmo que isso seja uma coisa difícil de ser determinada, há
uma versão que goza da aceitação de ampla maioria da comunidade da Internet. Inclusive é a versão oficialmente adotada pela RFC 2635 que é o grupo de trabalho da “Internet Society”. Essa versão afirma que o termo SPAM, usado para designar as mensagens não solicitadas de e-mail, começou a ser usado depois que foi utilizado por um grupo humorístico (Monty Python) em um de seus programas. Nesse programa, o grupo fazia um quadro sobre o racionamento de carne que a Inglaterra viveu nos anos da Segunda Grande Guerra e alguns posteriores. Durante o racionamento apenas alguns tipos de carnes eram liberadas para consumo. Entre elas estava uma marca de carne industrializada (parecida com apresuntado) chamada SPAM. De tanto comer esse enlatado, o sentimento do inglês era de enjôo só de ouvir falar no produto. Daí a “sacada” em relação ao quadro do grupo humorístico.
Na realidade, a primeira mensagem de SPAM de que se tem notícia nem foi enviada pela Internet. Isso aconteceu num dos computadores do MIT que ficava ligado a uma rede e era acessado pelos alunos de diversos terminais espalhados pelo instituto.
Infelizmente, nos dias atuais, o SPAM atingiu tal volume que as mensagens indesejadas tornaram-se uma das principais dores de cabeça de qualquer pessoa que acesse a Internet. Por isso, os desenvolvedores começaram a pensar formas de impedir a disseminação dessas mensagens e criaram os programas anti-SPAM para ajudar os usuários em sua luta inglória contra essa enxurrada de mensagens que não interessam a ninguém. Era iniciada a guerra do SPAM, uma luta de gato e rato entre os spammer e os desenvolvedores de sistemas para bloqueá-los. Alguns grupos desejaram uma trégua e buscaram um acordo com a confecção de códigos de ética e regras para tornar o SPAM algo mais tolerável e controlável na Internet. É claro que essas regras e condutas sociais de nada serviram e a avalanche de SPAM’s ameaçava tornar a navegação na Internet um suplício. Então se tentou com a elaboração de leis e de penalidades legais para os spammers. Isso também não resultou em nada, já que era muito difícil localizar o spammer para notificá-lo.
Assim. Só restava aos desenvolvedores criarem barreiras técnicas que filtrassem os e-mails de cada usuário e eliminasse as mensagens catalogadas como SPAM. Os programas anti-spam são filtros que trabalham com determinadas características e parâmetros e analisam, mensagem a mensagem, todo o tráfego de e-mails de um usuário. Assim, de acordo com as probabilidades determinadas pela análise desses parâmetros os programas identificam que a mensagem “tal” pode ou não ser um SPAM. Assim que são marcadas como possíveis SPAMs, as mensagens são enviadas para uma determinada localização onde deverão passar pelo crivo final do usuário que as eliminará ou as acatará conforme a sua necessidade. Depois de marcada como SPAM pelo usuário, uma mensagem com as mesmas características daquela será deletada sem que o usuário sequer note a sua presença no tráfego normal de seus e-mails.
Logo, os programas anti-spam foram agregados aos diversos serviços de e-mails disponíveis, sendo também oferecidos por empresas de hospedagem de sites em seus pacotes de e-mail profissional.
Infelizmente a realidade é uma só: mesmo criando programas anti-spam bem mais funcionais e práticos, a guerra do SPAM está muito longe de ser resolvida positivamente pelo lado do usuário. Pelo jeito, estão para nascer o homem e a máquina capazes de deter a sanha desses malditos spammers.





Spam = lixo da internet. Excessos na vida fazem mal, excesso de informacao tambem.
Pra quem gosta de gerir seu proprio anti spam, tem um muito bom que se chaa Spamfighter, tem versao free e se conecta a um database mundial… Pra quem usa webmail, creio que todos os webmails dos grandes portais tem essa ferramento. O unico problema é jogar no lixo emails uteis, é nessa hora que a calma na configuracao da ferramente é essencial.